Imunidade & Doenças.

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Botão em Curso Imunidade & Doenças.

Mensagem por MARTÍN em Ter 26 Jan 2016, 00:24

Imunidade x Doenças


Boa noite amigos do Universo dos Canários.


Acompanhando algumas conversas com amigos criadores, coloco aqui algo em debate....

Imunidade & Doenças, se uma ave para ser imune deve ter contato com a doença, então pergunto;

Qual a melhor idade para este contato?

Até que ponto a higiene é prejudicial ou benéfica para se criar indivíduos rústicos?

Seria possível desenvolver exemplares com características de concurso com boa rusticidade?

Podemos observa que criadores de canários SRD - sem raça definida possuem exemplares rústicos,  é fato que a maioria deles criam filhotes em gaiolas sem grades de fundo, não limpam os ninhos com filhotes, a alimentação muitas vezes é simples com alpiste e água, e mesmo assim o índice de nascimento é maior que de um criador de canários com raça.

Seria possível ter as duas coisas, bons exemplares para concurso com rusticidade, qual o caminho o criador deve tomar para que isto ocorra?


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Botão em Curso Imunidade & doenças.

Mensagem por DAVI COUTINHO em Qui 28 Jan 2016, 18:51

Boa tarde amigos do Universo dos Canários!

Um tema muito interessante, onde cabe um sem número de teses, hipóteses e experiências, com as quais tanto criadores como pesquisadores mais técnicos e abalizados podem contribuir, para ajudar aos amantes de pássaros nas suas criações.
Baseado nas colocações do nosso amigo Martin, vamos a algumas considerações; tomando como parâmetro de rusticidade os canários pé duros ou SRD.


1 -) Creio que é muito difícil falar em rusticidade sem falar em seleção genética. Estes canários foram criados ao longo dos anos sem sem nenhum critério de seleção por tamanho, cor, ou postura, o que interessa ao criador de SRD é um pássaro saudável, de boa aparência e que cante muito; Para isto vale todo e qualquer tipo de mistura, o que faz destes canários uma miscelânea genética interessante, capaz de transmitir rusticidade naturalmente.

2 -) Como neste tipo de criação dificilmente se usa o artificio da papinha para alimentar filhotes, só acasalam canárias criadeiras, que o no ato de alimentar repassam aos filhotes as defesas imunológicas que eles necessitam para vencer o primeiro ano de vida; e transmitem geneticamente o instinto da atividade reprodutiva.

3 -) Ainda é muito comum ver estes canários criando ninhadas de quatro a cinco filhotes com alpiste, quirela de milho, couve, e ovo caipira cozido. Nada de químicos, agrotóxicos e outras coisas mais; o que torna estes canários naturalmente mais saudáveis e rústicos.

4 -) Não é costume usar nesta criação nenhum tipo de medicamento, os que ficam doentes ou se curam por seus próprios recursos imunológicos, ou morrem. Desta forma só prevalem os mais fortes.

5 -) Não se pode negar que inicialmente as circunstâncias levaram a isto, porque os primeiros canários que chegaram por aqui demoraram a se adaptar, e não criavam tão bem quanto se pode pensar, até que os criadores foram selecionando e melhorando suas matrizes para serem cantores ativos e bons reprodutores.

Para dizermos que uma ave é imune, ela dever ter contato ou até convívio com o patógeno (causador da doença) e não adoecer; Como é o caso dos pintassilgos silvestres, que na natureza, são portadores da coccidiose e convivem com ela sem problemas, reproduzindo-se aos bandos.

MARTÍN escreveu:Qual o melhor momento para ter contato com os patógenos?
R: Creio que quanto mais cedo, melhor, porque assim só sobreviverão os resistentes.

MARTÍN escreveu:A higiene é prejudicial ou benéfica para desenvolver indivíduos rústicos?

R: Entendo que uma higiene mínima é necessária, o excesso é que pode ser problema, porque evita que os canários tenham contato com leveduras, fungos e bactérias para as quais necessitam desenvolver alguma resistência.

MARTÍN escreveu:Seria possível desenvolver exemplares de concurso com boa rusticidade?

R: Creio que sim; desde que o foco seja este, se estabeleçam critérios, e não tenha pressão por resultados imediatos.

MARTÍN escreveu:Qual o caminho que o criador deve tomar?
R: Planejamento e escolha criteriosa, iniciar criando com pássaros longevos, isto é canários velhos, e não ter dó de descartar os exemplares que não atendam aos requisitos propostos.

Uma boa prática é evitar o quanto possível a criação artificial, bem como, acasalar canários que não estejam bem dispostos e em plena saúde, pois em estado silvestre este é o primeiro critério de seleção.
Sei que ainda cabem inúmeros comentários; mas já é um começo;
>>>>


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Botão em Curso Re: Imunidade & Doenças.

Mensagem por Fernando Candido Jr em Seg 12 Set 2016, 10:23

O problema é que os criadores que criam raça de canto, por exemplo, costumam cruzar os melhores cantores, sem atentar para a imunidade ou robustez do pássaro. Resultado: obtêm bons cantores com saúde fraca. Acho que deveríamos selecionar os reprodutores usando critérios mais amplos, mesmo que isto demore mais para aprimorar determinada característica da ave, que nos interessa mais especialmente ( o canto, neste caso).
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Botão em Curso Re: Imunidade & Doenças.

Mensagem por agenor b s jr em Sab 17 Set 2016, 17:36

boa tarde

baixa imunidade?

“…Nunca jogue fora os restos de sementes dos comedouros. Basta assoprar as cascas que ficam por cima…
01) Dê bastante vitaminas ao seu pássaro. Compre todas as que encontrar para vender em pet-shops e aviculturas (não custa dar uma olhadinha na internet). Não se preocupe com indicações de veterinários ou bulas.  Lembre-se de que produtos importados são sempre melhores. Não importa que a posologia seja enunciada em alemão.  Prefira as indicações dos amigos. Vitaminas nunca são demais. Produtos de fabricantes diferentes se completam.se estiver indicado 10 gotas coloque logo o dobro e o efeito sera muito maior. O que falta em um pode estar presente no outro. Seu pássaro ficará “Vitaminado”.
.
02) A higiene é fundamental. Limpe diariamente o criadouro com desinfetantes bem perfumados. Aqui é outro caso em que a mistura é adequada. Ao menos de dois ou três fabricantes. Produtos a base de cloro e amoníaco tem a preferência por serem eficazes contra as bactérias. Reforce as concentrações pois algumas bactérias são muito resistentes. Após a aplicação, mantenha o ambiente fechado por algum tempo, para melhor efeito bactericida. Se ficar com cheiro muito ruim pulverize com um bom desodorizador de ambientes, tipo Bom Ar. Seus pássaros ficarão cheirosos.
03) Troque a água dos bebedouros quando estiver acabando. Principalmente se contiver medicamentos diluídos. Os medicamentos estão cada dia mais caros, e um pouco de economia não faz mal a ninguém. Os bebedouros são, no mínimo,  de 50 ml, e, sabendo-se que um pássaro consome cerca de 3,5 ml dia, mesmo que derrame um pouco, a água durará a semana toda. Isso já é levado em conta pelo fabricante que dimensiona o bebedouro. Deixe essa atividade para os finais de semana, quanto tiver mais tempo. Se a gaiola for exposta ao sol então é nota dez. Passaros são de sangue frio como calango quanto mais sol na cabeça mais resistente e alegre ele sera.Todos sabem que o sol é um bactericida natural e deixará a água em ótimas condições. Ao longo do tempo a tendência é a melhora geral da condição sanitária do plantel e com mais economia. Seus pássaros ficarão super-hidratados.
04) Nunca jogue fora os restos de sementes dos comedouros. Basta assoprar as cascas que ficam por cima. Sabemos que os pássaros escolhem as sementes que lhes são mais palatáveis e podem desequilibrar a dieta se ficarem recebendo novo estoque diariamente. Fazendo grandes misturas de tudo um pouco é uma felicidade e as aves comendo insaciavelmente ficarão mais  gordas que um boi de abate, lindo mesmo.Inventar a roda com alimentos umidos e com muita mistureba é uma comilança e deixe as sementes de maçã que contem cianeto para testar sua imunidade. Trate somente quando tiverem comido tudo. Se você dimensionar corretamente os comedouros, poderá deixar isso para o final de semana, quando já tem que trocar a água dos bebedouros.
05) Seja prevenido. Ministre vez ou outra um coquetel de antibióticos para prevenir as principais doenças que acometem os pássaros. Para dar uma “limpada geral”. Assim seus pássaros jamais adoecerão.

06) Quando encontrar um pássaro embolado, com aspecto de pouca saúde em uma loja ou casa de algum vendedor, aproveite para fazer um bom negócio. Certamente estará com o seu preço desvalorizado. Muitas vezes basta trocar de lugar para a ave se animar. No seu criatório rapidamente se recuperará e você ainda poderá revendê-lo por maior valor. Um lucrinho não é nada mau.
07) Correntes de ar, bruscas mudanças de temperatura e mesmo uma chuvinha vez ou outra, são fundamentais para o desenvolvimento do sistema imunológico dos seus pássaros. Igual na natureza. Os pássaros ficarão muito mais resistentes. Não serão como esses passarinhos de apartamento, que não podem pegar um ventinho que estão com problemas respiratórios.
08) Organize seu estoque de alimentos. Aproveite o 13º e compre todas as sementes, rações, farinhadas, medicamentos e o que mais for utilizar durante o ano. Na entressafra os preços das sementes sempre sobem. Coloque tudo em um armário e fique tranqüilo: não faltará nada para seus pássaros durante mais um ano. Algum probleminha com validade estourada não será significativo. Todos sabem que há uma enorme margem de segurança no estabelecimento de prazos para consumo dos produtos. Quem ainda não usou um remedinho fora da validade?
09) Permita que suas aves passem o maior tempo com você. Se assistir televisão até mais tarde, mantenha sempre algumas por perto. Quando chegar em casa, mesmo que tarde da noite, não deixe de ir ao criatório e acender as luzes. Verá como seus pássaros ficam felizes em revê-lo. Alguns irão até cantar para você.
10) Se algum pássaro apresentar problema de saúde consulte imediatamente um lojista e faça tudo o que ele indicar. São muito experientes e já sabem que remédios vender para cada caso. Se não resolver leve seu pássaro até a clinica mais próxima. Lá encontrará um profissional, que mesmo sendo especialista em cães e gatos, é veterinário e o ajudará a por fim ao sofrimento do seu pássaro.
11) Deixe a gaiola no beiral da casa dia e noite ao relento, muito sol o dia inteiro e vento eles se acostumam logo com o frio do inverno.
ficando  expostos ao relento seu passarinho vai pegar uma doença respiratória e vai sofrer bastante até a morte! Afinal na natureza eles tomam até chuva, não é mesmo.
qualquer coisa trata com remédios de farmacia por que é tudo igual.
12)Chocolate: O chocolate é um deleite maravilhoso para compartilhar com os membros de sua família humana, mas pode ser prejudicial ou fatal para o seu pássaro de estimação.Quando estiver comendo um bis não esqueça do seu passaro do seu cão e do seu peixinho. Envenenamento por chocolate primeiro afetará o sistema digestivo da ave, causando vômitos e diarreia. Conforme a doença progride, o sistema nervoso central será afetado, primeiro causando convulsões e, eventualmente, a morte.


13)Sementes de Maça: Acredite ou não, mas maçãs e outras frutas, como cerejas, pêssegos, damascos e peras, contêm vestígios de cianeto dentro de suas sementes. Enquanto o fruto da maçã é ótimo para o seu pássaro, fique ciente de que, além das sementes “venenosas”, pode haver pesticidas presentes na casca do fruto. Certifique-se de limpar cuidadosamente e retirar as sementes de quaisquer pedaços de maçã que você compartilhar com seu pássaro, de forma a evitar a exposição a estas toxinas.


14)Abacate: A casca e a poupa desta fruta é conhecida por causar distúrbios cardíacos ou insuficiência cardíaca eventual em algumas espécies de aves de estimação. Embora haja algum debate com relação ao grau de toxicidade do abacate, geralmente é recomendado adotar um pensamento do tipo “melhor prevenir do que remediar”, mantendo o abacate bem longe de nossas aves de estimação.


15)Cebolas e Alho: Embora o uso de quantidades limitadas de cebola ou alho em pó como aromatizante geralmente seja considerado aceitável, o consumo excessivo deles irá causar vômitos, diarreia, e uma série de outros problemas digestivos. Verificou-se que o excesso poderá levar a uma doença sanguínea conhecida como anemia hemolítica, que é seguido por insuficiência respiratória e até mesmo matar seu pássaro.


16)Álcool: Embora todos proprietários de aves que são responsáveis nunca sonhariam em oferecer para seu animal de estimação uma bebida alcoólica, tem acontecido casos em que as aves que ficam livres pela casa acabarem se intoxicando por álcool bebendo alguns coquetéis ou bebidas que ficam “perdidas” pela casa. O álcool deprime os sistemas e os órgãos das aves e pode ser fatal. Certifique-se de que seu pássaro esteja seguro, deixando-o dentro de sua gaiola sempre que alguma bebida alcoólica for servida em sua casa


17)Sal: Enquanto todos os seres vivos precisam de quantidades reguladas de sódio em seus sistemas, muito sal pode levar a uma série de problemas de saúde nas aves, incluindo sede excessiva, desidratação, disfunção renal e morte. Certifique-se de controlar a quantidade de alimentos salgados que seu pássaro consome.


18)Feijão sem Cozinhar: Feijão cozido é uma guloseima muito apreciada por diversos pássaros, mas em estado natural, ou seja sem cozinhar, o feijão pode ser extremamente prejudicial para o seu animal de estimação. Sem estar cozido, o feijão contêm um veneno chamado hemaglutinina que é muito tóxico para as aves. Para evitar a exposição, certifique-se de cozinhar completamente qualquer feijão que você escolher dar para seu pássaro.


19)passaro na cozinha ou banheiro é uma beleza, como cantam e ficam felizes nestes locais.


Gases tóxicos como o próprio nome diz, leva a ave à intoxicação. Um dos gases que muita gente não sabe que é prejudicial á ave é a PTFE (TEFLON), polímero sintético utilizado como antiaderente na fabricação de panelas, conhecido comercialmente como Teflon (marca registrada). Este material é relativamente estável a temperaturas inferiores a 260ºc, mas acima de 280ºc libera diversos gases tóxicos às aves e, sendo os pulmões o alvo desse tipo de intoxicação, geralmente a morte é imediata, dependendo do grau de exposição a ave pode apresentar alguns sinais clínicos como sonolência, incoordenação motora, fraqueza, convulsão. 
Durante o uso comum das panelas antiaderentes o nível de gases tóxicos liberados é muito baixo em ambiente bem arejado como uma cozinha não é considerado um grande risco de intoxicações. Os principais casos ocorrem quando esquecemos panelas no fogo, a panela começa a superaquecer e libera uma fumaça muito forte, esta sim mata uma ave em poucos minutos. 
A ave tem um sistema respiratório muito mais complexo do que a do ser humano, é pequeno, sensível e pouco elástico, no entanto a capacidade de troca de oxigênio/gás carbônico é três vezes maior do que o nosso pulmão, e por essa razão sofrem mais com os efeitos nocivos de fumaças e gases. 
Portanto, não deixe a gaiola de sua ave próxima a cozinha, e nem de quaisquer ambientes que podem haver a dispersão de gases ou de fumaças como as de cigarro, incenso, etc.

20) Passaro é como gente come tudo o que der, quanto maior o numero de frutas verduras legumes,carnes,tudu que é semente vai ficar mais anabolizado que alterofilista.

21)Participar de festividades onde outros proprietários levam suas aves também pode espalhar doenças. Infelizmente, uma ave pode ser portadora de uma doença e passá-la adiante sem ter sinais e sintomas. Doença da dilatação do proventrículo, clamidiose, Doença do bico e penas e doença de Pacheco podem ser passadas por aves que podem aparentar perfeita saúde e forma física. Giardíase, causada por um protozoário unicelular, pode ser adquirida através da ingestão de água e comida contaminadas pelas fezes de aves infestadas. Exposição proposital de seus pássaros a outras aves, mesmo que tenham sido examinadas por um veterinário, é perigosa e deve ser evitada, para dizer o mínimo.
Muitos proprietários de aves cometem um erro comum quando adquirem um novo membro para a família. Independentemente da procedência da ave ela deve ser posta em quarentena antes de ser introduzida no viveiro. Este procedimento tem um motivo bastante racional: se a ave estiver portando um agente infeccioso, o stress de trazê-la para um novo lar pode fazer com que ocorra a manifestação da doença. Nem todas as pessoas podem pagar por testes laboratoriais para detectar as doenças, logo a quarentena por no mínimo um mês (o ideal seriam dois meses[) oferece proteção aos outros pássaros da família contra o risco de contágio.
Os proprietários de aves devem compreender que pode ser perigoso para seus pássaros de estimação o contato direto com sua boca. Nós temos bactérias e fungos que podem causar infecções. Aves não devem receber beijos úmidos e não devem ter contato com nossos dentes, lábios, lingual e saliva.
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Botão em Curso Re: Imunidade & Doenças.

Mensagem por Érico Lôbo em Sab 17 Set 2016, 19:25

Muito obrigado pela dica. Uma boa orientação, para um iniciante como eu. Valeu!
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Botão em Curso Re: Imunidade & Doenças.

Mensagem por Diego_ em Sab 17 Set 2016, 23:31

Só não entendi porque colocar o SRD como parâmetro kkkk,  para os meus dou papa, mesma gaiola, mesmo alimento e higiene, acho que o perfil do criador de SRD está mudando mesmo kkkk, bem no fim acho que não tem associação ele ser SRD e sim ser uma ave mal cuidada e com "sorte" de ter resistido bravamente ao desleixo do seu criador.
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Botão em Curso Re: Imunidade & Doenças.

Mensagem por José Carlos Pereira em Ter 20 Set 2016, 12:21

Sistema imunológico é mais complicadinho do que se pensa. Estou fazendo revisão sobre o SI; já se foram 4 meses de estudos diários e ainda não cheguei aos finalmentes.
Por sua vez, criar animais é fácil, mas exige cumprimento de regras básicas: boa alimentação, variada e de qualidade, ambiente ventilado e ensolarado, higiene ambiental, social e psicológica, não fazer uso abusivo, às vezes criminoso, de antibióticos e quimioterápico (depois, para tentar ficar bem com a consciência,  um protetor hepático que não protege nada)  para "tratar" o que não se sabe, agressão com vitaminas e minerais em altíssimas doses e inadequadas, evitar consanguinidades muito próximas sem qualquer planejamento...
Enfim, medidas simples e fáceis para qualquer um. Se não tiver tempo sequer para isso, melhor arranjar outra atividade.
Impressiona como se usa antibióticos e quimioterápicos contra os animais. Todo mundo se julga veterinário e com conhecimento para palpitar. Sorte que o Conselho é omisso quanto a propaganda enganosa e exercício indevido da profissão. Sequer imaginam que colaboram para a criação de parasitas resistentes e todos os seus problemas.
Se estão tendo problemas, revejam suas condutas, melhorem seus manejos, mas respeitem os animais colocados sob suas "proteções".
Amém,
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Botão em Curso Re: Imunidade & Doenças.

Mensagem por agenor b s jr em Sab 24 Set 2016, 08:57

bom dia

estas são algumas das maneiras de como matar seu passaro
temos muitas mais e alguns acidentes
estas mortes seriam evitadas se conhecermos melhor a especie criada
nunca serão imunes aos maos tratos involuntarios
os nativos na natureza nunca serão imunes aos agrotóxicos, pesticidas,herbicidas por isso estarão sempre em risco.
e o mata-mato encontrado em todo lugar, nós tambem estamos em risco.
Inicialmente, Séralini e um grupo de outros cientistas descobriram que o Roundup está ligado à infertilidade e à morte de células testiculares em ratos. O relatório estabelecia que, entre 1 e 48 horas de exposição, as células testiculares de ratos maduros ou estavam danificadas ou mortas. Em somente 100 partes por milhão (ppm), o biopesticida da Monsanto levava à morte celular. Além disso, descobriram que o Roundup a 57.2 ppm matou metade da população de células – o que está 200 vezes abaixo do uso feito pela agricultura. Outro dado preocupante é o fato dos pesquisadores já terem detectado que o Roundup está acima dos limites de quantificação em 41% das 140 amostras de água subterrânea retiradas da Catalunha, na Espanha. Mesmo em pequenas doses, a pesquisa indicou que o Roundup está matando as células.


passaros preto mortos no rio grande do sul.
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Mensagem por DAVI COUTINHO em Dom 02 Out 2016, 01:40

Boa noite amigos do Universo dos Canários!

Estou publicando aqui esta matéria que achei muito interessante; Trechos de uma entrevista do Dr. Dráuzio Varela com o bacteriologista Dr. Luiz Trabulsi, médico e professor da Faculdade de medicina da USP e da Universidade Federal de São Paulo.

PAPEL DA FLORA BACTERIOLÓGICA
Drauzio – Em termos de estratégia de sobrevivência, as bactérias que vivem em equilíbrio com o organismo não levam vantagem ecológica sobre as patogênicas que podem morrer junto conosco?
Luiz Trabulsi – A questão da flora bacteriológica é um dos aspectos mais surpreendentes em microbiologia. Nós carregamos no intestino mais células bacterianas (cerca de dez trilhões) do que todas as células eucarióticas do nosso corpo somadas (apenas 10% desse valor) e calcula-se que 50% delas não foram cultivadas em laboratório até agora.

 
Sabemos, entretanto, que essa flora ajudou o animal a criar um sistema imunológico capaz de defendê-lo contra infecções. Experimentos com animais demonstraram que eles morrem se forem criados sem flora e colocados por algum tempo num ambiente normal. Por motivos óbvios, com o homem não se pode fazer uma avaliação mais completa, mas vários trabalhos mostram que a flora contribui para desenvolver as defesas do organismo, estimulando a produção de anticorpos e dos linfócitos T.


Estudos mais recentes ainda indicam que, além de estimular a defesa imunológica, a flora desempenha papel importante na constituição da mucosa intestinal e em várias funções fisiológicas. Certas glicoproteínas e uma série de funções metabólicas, por exemplo, só se expressam na presença da flora e doenças como a colite ulcerativa e a doença de Crohn estão intimamente ligadas à existência e composição da flora intestinal. Referências atuais sugerem a influência dessa flora no metabolismo lipídico, o que talvez possa explicar a obesidade e a aterosclerose.
Outras observações fantásticas estão relacionadas a esses micro-organismos que ocupam nosso organismo na hora em que nascemos e vivem conosco até nossa morte.Joshua Lederberg, prêmio Nobel em Biologia, propôs que nos referíssemos à flora bacteriana como nosso microbioma, pois sem conhecê-lo valeria muito pouco conhecer o genoma humano.



Drauzio – Quando começa a colonização do ser humano pelas bactérias?
Luiz Trabulsi – Começa quando a criança está atravessando o canal do parto. Dentro do útero materno, ela é estéril. Durante a passagem, vai adquirindo as bactérias da mãe. Mais ou menos aos dois anos, sua flora estará estabelecida e a acompanhará pelo resto da vida.


Drauzio  Se num dado momento fosse possível esterilizar completamente essa flora, isso seria incompatível com a vida a curtíssimo prazo?
Luiz Trabulsi – Dependeria de quanto tempo o indivíduo permanecesse estéril. O uso de antibióticos pode provocar infecções oportunistas, porque temporariamente é destruída a flora que protege os intestinos, por exemplo. Se a destruíssemos permanentemente, tenho a impressão de que não sobreviveríamos, pois, dependendo do tempo que ficássemos sem ela, desenvolveríamos infecções locais e septicemias.




Achei a matéria muito interessante, e começo a entender porque visitei criadouros em condições mínimas de higiene, mas com pássaros aparentemente saudáveis, e outros extremamente limpos e muitos pássaros doentes. Como disse o Dr. José Carlos Pereira, esta questão é bastante complexa, e está aí mais opiniões para serem consideradas.


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